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Bandeiras Brasão e Hino

Bandeira de Pádua

Imaginada e desenhada  pelo professor Ruy Macedo de Azevedo, foi criada pela Resolução nº 469, em 03 de novembro de 1964, com aprovação unânime da Câmara Municipal, e sancionada pelo prefeito Abel Malaphaia, no dia 11 de novembro do mesmo ano.
O desenho e as cores obedecem à heráldica e falam dos povos que colaboraram para o engrandecimento do município: Portugal, Itália, Sírio-Libano, Espanha e povos africanos. As estrelas, no campo azul, representam os nove distritos de Santo Antônio de Pádua
Foi apresentada à população paduana pela primeira vez em 12 de junho de 1965.

Brasão de Pádua

A Resolução nº 455 de 16 de setembro de 1964 abriu concurso público para criação do Brasão do Município, sendo vencedora a professora Maria Paula de Souza Azevedo. O desenho foi adaptado às normas heráldicas por Gilberto Antônio Pereira em 03 de novembro de 1969.
A cruz, cravada no fundo, tem a cor amarelo-ouro e representa a fé cristã do povo paduano. As nove estrelas representam os distritos existentes no município, tendo ao fundo um campo azul-celeste que representa o céu paduano.
A paisagem, no canto inferior, tem os seguintes elementos:
a) Um chafariz, representando as riquezas minerais do município;
b) Um ramo de arroz representa a agricultura;
c) Ao fundo, um rio mostra o valor econômico dos rios Pomba e Paraíba, que regam o município.
d) Ainda as montanhas, cenário permanente em terras paduanas.
Acima do Brasão de Armas está o símbolo de nossa origem lusitana.

Hino de Santo Antônio de Pádua

Pela resolução nº 656 de 13 de dezembro de 1968, a Câmara de Pádua abriu concurso para escolha do Hino do Município, sendo vencedor o artista paduano Aristides Leite Guimarães.

Hino a Pádua
Letra e música: Aristides Leite Guimarães

Pádua, Oh! Pádua!
Terra de grande esplendor
Teus filhos te trazem na alma
Com enorme fervor
Aceita agora este hino
Feito em teu louvor

É pequeno, singelo, porém,
Contém ternura, paixão e amor

És a cidade mais linda
Como jamais conheci
Tens a beleza natural
Como eu nunca vi
O Pomba cortando-te ao meio
Regando teu vasto seio

Teu povo trabalha e sempre vence
És a rainha do Norte Fluminense